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A Cozinheira do Ditador
Overview
Um livro divertido e mordaz sobre as muitas ditaduras que nos rodeiam, pela voz de um dos autores mais originais do nosso tempo e cuja imaginação nunca deixa de surpreender.
Ela tem lábios finos, olhos de águia e nariz adunco. Ele, lábios carnudos, olhos meigos e nariz pequeno. De fora, ninguém diria ser ele o agressor e ela, a vítima. Um olhar mais demorado, porém, uma atenção redobrada, e a hierarquia torna-se ele manda, ela obedece; ele põe e dispõe; ela come e cala. Mas também cozinha. Porque ela é a cozinheira do ditador. E, entre tachos e panelas, além de belos repastos para tentar satisfazer a sempre insaciável fome do ditador, ela cozinha a sua vingança, que, como as mais belas vinganças literárias, se serve fria e metaforicamente.
A cozinheira do ditador, tratado de culinária e da arte de bem comer, é um romance divertido e mordaz sobre a perversidade que se esconde onde menos se espera e o muito que se cozinha na sombra, recheado de personagens ímpares e temperado com a sempiterna clarividência de Afonso Cruz.
Os elogios da crí
«Afonso Cruz pertence a uma rara casta de os que acreditam genuinamente no poder da efabulação literária.»
José Mário Silva, Expresso
«Afonso Cruz alcançará um lugar muito destacado nas letras portuguesas.»
El País
«Um escritor capaz de tocar várias cordas na sua guitarra.»
Le Monde
«Um verdadeiro escritor, tão original quanto profundo, cujos livros maravilham o leitor, forçando-o a desencaminhar-se das certezas correntes e a abrir-se a novas realidades.»
Miguel Real, Jornal de Letras
«Não vou descansar até que todos os leitores descubram o Afonso Cruz. Já prometi usar de violência física para obrigar um a um a ler a maravilha que ele escreve, e não estou a brincar. Faz-me a alma luxuosa. Passo a ter jóias na imaginação.»
Valter Hugo Mãe
«Uma das vozes mais criativas da nova literatura em língua portuguesa.»
Mia Couto
«Para onde vão os guarda-chuvas é o ponto mais alto da capacidade narrativa e de efabulação de Afonso Cruz. É fácil cair em jargões para o classificar. O que poderia não passar de um exercício de demonstração de sabedoria é um livro cheio de humanidade, muitas vezes brutal, e de um apurado sentido estético. Magnético.»
Isabel Lucas, Público
«Jalan Jalan concede a Afonso Cruz um novo lugar na literatura portuguesa deste terceiro milénio. [...] O autor passa a ter um mundo próprio com 26 luas a rodar o planeta das suas escritas, tantas como as letras do nosso alfabeto.»
João Céu e Silva, Diário de Notícias
«Basta ler algumas páginas iniciais de Flores, o extraordin&
Ela tem lábios finos, olhos de águia e nariz adunco. Ele, lábios carnudos, olhos meigos e nariz pequeno. De fora, ninguém diria ser ele o agressor e ela, a vítima. Um olhar mais demorado, porém, uma atenção redobrada, e a hierarquia torna-se ele manda, ela obedece; ele põe e dispõe; ela come e cala. Mas também cozinha. Porque ela é a cozinheira do ditador. E, entre tachos e panelas, além de belos repastos para tentar satisfazer a sempre insaciável fome do ditador, ela cozinha a sua vingança, que, como as mais belas vinganças literárias, se serve fria e metaforicamente.
A cozinheira do ditador, tratado de culinária e da arte de bem comer, é um romance divertido e mordaz sobre a perversidade que se esconde onde menos se espera e o muito que se cozinha na sombra, recheado de personagens ímpares e temperado com a sempiterna clarividência de Afonso Cruz.
Os elogios da crí
«Afonso Cruz pertence a uma rara casta de os que acreditam genuinamente no poder da efabulação literária.»
José Mário Silva, Expresso
«Afonso Cruz alcançará um lugar muito destacado nas letras portuguesas.»
El País
«Um escritor capaz de tocar várias cordas na sua guitarra.»
Le Monde
«Um verdadeiro escritor, tão original quanto profundo, cujos livros maravilham o leitor, forçando-o a desencaminhar-se das certezas correntes e a abrir-se a novas realidades.»
Miguel Real, Jornal de Letras
«Não vou descansar até que todos os leitores descubram o Afonso Cruz. Já prometi usar de violência física para obrigar um a um a ler a maravilha que ele escreve, e não estou a brincar. Faz-me a alma luxuosa. Passo a ter jóias na imaginação.»
Valter Hugo Mãe
«Uma das vozes mais criativas da nova literatura em língua portuguesa.»
Mia Couto
«Para onde vão os guarda-chuvas é o ponto mais alto da capacidade narrativa e de efabulação de Afonso Cruz. É fácil cair em jargões para o classificar. O que poderia não passar de um exercício de demonstração de sabedoria é um livro cheio de humanidade, muitas vezes brutal, e de um apurado sentido estético. Magnético.»
Isabel Lucas, Público
«Jalan Jalan concede a Afonso Cruz um novo lugar na literatura portuguesa deste terceiro milénio. [...] O autor passa a ter um mundo próprio com 26 luas a rodar o planeta das suas escritas, tantas como as letras do nosso alfabeto.»
João Céu e Silva, Diário de Notícias
«Basta ler algumas páginas iniciais de Flores, o extraordin&
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Book details & editions
| ISBN | 9895960301 |
| Publisher | Companhia das Letras |
| Publication date | April 2026 |
| Language | English |
| Pages | pages |
| Reading Options | PDF · EPUB · Mobi |
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